09/09/09

Nos nossos registos, faz um ano daqui a uns dias quando me meti contigo pela primeira vez, só porque sim. Nunca pensei encontrar ninguém assim, desta forma, num mundo tão vasto, cheio de pessoas tão diferentes umas das outras.
Foi o destino? Não sei. Uma vez perguntei-te se acreditavas no destino e disseste que ele é que nos tinha juntado. Talvez fosse mesmo verdade.
Fizeste de mim a ‘menina’ mais feliz do mundo, a tua menina. Tudo o que me disseste eu guardo com todo o carinho possível e impossível.
Foste a primeira pessoa a quem disse ‘amote’ e não me arrependo disso, repito não me arrependo, passei tantos bons momentos contigo; momentos esses à nossa maneira, como só nós sabemos.
Passámos por tanto, contra tanta gente, com tanta crítica, com tantas suposições, com tantos contratempos… Acho que foi isso que acabou por me deitar abaixo.
Eu precisava de paz, da minha paz habitual. Não que tu não me transmitisses a força que eu tanto te pedi, nada disso, excedeste sempre as minhas expectativas. Eras por mim, e por ti. Éramos um só.

Agora, choro por ti e por mim, as lágrimas não param de escorrer pela minha cara, fiz o que pensava ser melhor... Não imagino como estás, ou melhor imagino, disseste, um dia, que só voltarias a chorar por mim, provavelmente é isso que estas neste momento a fazer, a chorar por mim.
Não queria. Não mereço.

Porque o que me apetece agora é estar contigo. Mimar-te. Dizer que isto foi um pesadelo e que vai ficar tudo bem. Com que direito? Que direito é que eu tenho de dizer isto? Pois eu tenho a resposta. Nenhum.
O meu medo é que o teu sonho se tornasse numa ilusão. É por ti, que fiz o que fiz. Nada mais.


Até breve, amor perfeito.

2 comentários:

Escarlate disse...

Queria dizer alguma coisa, mas é um assunto demasiado teu.

Estou aqui, sabes :)

Sílvia disse...

Eu gostava de comentar, mas é aquele tipo de coisa que nao se comenta...

beijinho****